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6 de dezembro de 2011

A síndrome de Lavender Town (Pokemon Red/Blue)

Há várias lendas urbanas ligadas e histórias macabras ligadas ao universo Pokemon, desde centenas de crianças que foram parar no hospital com ataques epilétricos causados por um episódio do anime (hoje em dia banido em todo o mundo), cartuchos de jogos amaldiçoados, mas a lenda de longe mais famosa consiste na "síndrome" ou no “episódio de Lavender Town”.

 Segundo esta lenda, em 1996, quando do lançamento no Japão dos jogos Pokemon Red e Blue para a Gameboy, houve um número significante de suicídios entre as crianças japonesas, e após muitas investigações, as autoridades chegaram à conclusão de que estes suicídios foram causados pelo jogo Pokemon, em que as crianças eram grandemente afetadas pela música de fundo tocada na cidade de Lavender Town, demonstrando comportamentos estranhos e na grande maioria dos casos chegando a suicidar-se.
A música foi alterada ligeiramente para as versões posteriores do jogo (foram retiradas frequências perigosas), e a história foi abafada para não prejudicar as vendas.

História: Quando o jogo Pokemon Red/Blue foi lançado pela primeira vez no Japão, com o nome de Pokemon Red e Green, ocorreu um fenómeno estranho entre as crianças com idades entre os 7 e os 12 anos, principalmente naquelas que jogavam com auscultadores para ouvirem melhor os efeitos sonoros. Entre estas crianças, apareceram uns efeitos inexplicáveis: aumento de sangramentos do nariz, irritabilidade, insónias, vómitos, ataques de medo e vício no jogo, em que as crianças ficavam coladas ao jogo horas e horas sem fim, chegando mesmo a chorar quando os pais as obrigavam a largar a consola.

Cerca de 70% destes casos acabaram em suicídio. Segundo as investigações, na grande maioria dos casos em que as crianças apresentavam estes sintomas, o jogo não tinha progredido para além da área “Lavender Town” (uma cidade no jogo).
 Uma análise mais profunda revelou tons na música de “Lavender Town”, numa frequência não detectada pelos adultos (que têm os ouvidos devidamente formados) mas que algumas crianças conseguiam ouvir.

Num espaço de semanas, todas as cópias da primeira edição do jogo foram retiradas do mercado, e o jogo foi relançado com uma versão da música remasterizada, com a estranha frequência removida.
A versão da música que todos nós conhecemos, é suposto conter menos três tons que a versão original, apesar de isto não estar confirmado devido à raridade de cópias da primeira edição do jogo.

Nas poucas cópias recuperadas desta primeira edição, a função “save game” e o relógio do jogo já não funcionam. Esta história começou a ser divulgada em 1997, pela primeira vez no site cornus.lensig.net/index538a.html – um endereço morto há já muito tempo.
No youtube está disponível uma suposta versão da música original (sem credibilidade). Recomenda-se o uso de auscultadores/headphones para ouvir esta versão, mas só as crianças pequenas poderão detectar tons extra:

Versão original: (da esquerda) e a versão modificada (recente): (da direita)

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23 de outubro de 2011

Pokemon Black: Lenda Urbana

  Oi pessoal, hoje trago mais um dos aterrorizantes artigos da série ''Lenda Urbana''. Nesta lenda, um colecionador de jogos de pokémom encontra um cartucho misterioso de game boy...

''Eu sou alguém que você poderia chamar de colecionador de jogos modificados da série Pokémon.
Pokémon Diamond & Jade, Chaos Black, etc... É fantástico a frequência com que você encontra modificações dos jogos Pokémon no camelô e em lojas populares.

Eles são normalmente muito divertidos. Os erros de tradução e qualidade baixa acabam os deixando muito engraçados.
Eu sempre conseguia achar a maioria dos que eu jogava online, mas existe um que eu jamais ouvi qualquer menção sobre ele.
Eu o comprei numa lojinha do centro a aproximadamente 5 anos atrás.

Infelizmente, a 2 anos atrás eu perdi o jogo quando eu voltava das férias. Eu acho q o esqueci no hotel.

A tela inicial do jogo era a mesma do Red e do Blue, com os já familiares Nidorino e Gengar. No entanto a tela de "aperte start" era diferente. Red estava lá, no entando não havia um pókemon ao seu lado como nas outras versões.

Também haviam os escritos "Black Version" embaixo do logotipo Pokémon.
Assim que selecionei New Game, o jogo começou e o professor oak começou a falar, assim rapidamente ficou claro para mim que o jogo era basicamente a versão red.

Depois de selecionar seu Pokémon inicial, se você olhasse sua lista de Pokémons, você deveria ter em adição ao Bulbasauro, Charmander ou Squirtle, um outro pokémon.

"GHOST"

O Pokémon era level 1. Seu sprite era como o dos fantasmas da Pokémon tower em Lavender.
Ele possuia um ataque apenas - "Curse (amaldiçoar)". Eu sei que existe um ataque real chamado Curse, mas esse ataque não existia nessa geração, então provavelmente ele foi colocado no jogo.

O Pokémon adversário não podia atacar Ghost - aparecia na tela a mensagem que ele estava com muito medo para agir.
Quando o ataque "Curse" era usado na batalha, a tela ficava instantaneamente toda preta.
O choro do pokémon adversário era escutado, porém bem distorcido, em uma frequência bem mais aguda que o normal.
A tela de batalha reaparecia então, e o pokémon adversário não estava mais lá.
Se você usasse em uma batalha contra um treinador, quando as pokebolas representando seus Pokémons fosse aparecer no canto da tela, haveria uma pokebola a menos.

Pra mim aquilo deixava subentendido que o pokémon morreu....

O que é ainda mais estranho é que após vencer um treinador e ver a mensagem "Red recebeu $200 por ganhar!", a janela de batalha aparecia novamente.
Se você selecionasse "Run", a batalha acabaria normalmente.
Você também poderia selecionar Curse, se você o fizesse, quando retornasse ao mapa, o treinador haveria desaparecido.

Depois de sair e entrar de novo na área, havia no lugar aonde o treinador ficava uma tumba, como as que você vê na pokémon tower na cidade de Lavander.
O ataque "Curse" não era usável em todas as instâncias. Ele falha contra treinadores que você enfrenta mais de uma vez no jogo, como seu Rival ou Giovanni.
No entanto ele era usável em sua batalha final contra eles.

Eu cheguei a conclusão de que esse era o objetivo do jogo, deixar você usar os, antes incapturáveis, Ghosts. E o Curse deixou o jogo tão fácil, que eu o usei essencialmente durante toda a aventura.

O jogo mudou um pouco depois de derrotar a Elite Four, no entanto...

Depois de ver o Hall da Fama, que consistia do Ghost e vários outros Pokémons low lvl, a tela cortou para uma tela preta.

Uma janela apareceu com a frase:

"Alguns anos depois..."

O jogo então corta para a Pokémon tower em Lavender. Um velho está parado, olhando as tumbas.
Então você percebe que este velho é o seu personagem.

O velho se move com metade da velocidade de um personagem normal.
Você não possui mais nenhum pokémon, nem mesmo Ghost, que até esse ponto era impossível de remover da sua party depositando no PC.

O mapa todo está vazio - não existem mais nenhum NPC
Ainda havia no entanto as tumbas dos treinadores que você usou Curse ao longo do jogo.
Apenas andando um pouco pelo mapa, eu percebi o quão grande era o numero de tumbas - qual grande era o numero de treinadores que eu usei Curse.

Você poderia ir a qualquer lugar do mapa nesse momento, no entanto seu movimento era limitado visto que você não possuia pokemons para usar Hms
E independente de onde você estivesse, a música da cidade de Lavender continuava em um loop infinito.

Depois de pensar por um momento, eu descobri que na Diglett's Cave, um dos arbustos cortáveis que normalmente bloqueia o caminho não estava mais lá.
Isso permitiu que eu avançasse e voltasse para a cidade de Pallet.

Ao entrar na sua casa e ir para o exato lugar aonde você começa o jogo, a tela corta para uma tela preta.

Então a figura de uma Caterpie apareceu...

Ela foi substituida por uma Ponyta...

... e então um Pidgey.

Rapidamente eu percebi, enquanto os pokémons progrediam de Rattata para Blastoise, que aqueles eram os pokémons que eu havia usado Curse.

Após a figura do pokémon do meu rival, apareceu na tela um Youngster...

...então um Gambler...

...e então meu Rival.

Esses, e muitos outros, eram os treinadores que eu havia amaldiçoado.

Durante todo esse tempo, a música da cidade de Lavender estava sendo tocada, porém ela ia se tornando mais aguda aos poucos. Na hora que seu rival aparece na tela, ela se parecia mais com um estrondo demoníaco.

A tela fica preta novamente.

Algum momento depois, a tela de batalha aparece, seu treinador era agora um velho, o mesmo que te ensina como capturar pokémons em Viridian.

Ghost apareceu do outro lado, junto com as palavras

"GHOST wants to fight!"

Você não podia usar itens e não possuia pokémons.

Se você tentasse correr, você não conseguia.

A unica opção era "FIGHT"

Usando Fight imediatamente faria você usar o ataque Struggle(Debater-se), o qual não afetava Ghost, porém fazia você perder um pouco do seu HP.

Quando era a vez de Ghost atacar, simplismente aparecia na tela a mensagem "..."

Eventualmente, quando seu hp chegava a um ponto crítico, Ghost finalmente usava Curse.

Cortava para tela preta pela última vez.

Independente do que você apertasse você ficava preso nessa tela preta.

Nesse momento, a única coisa que você podia fazer era desligar o Game Boy.

Quando você ligava de novo, "NEW GAME" era a única opção, o jogo havia deletado o save file.

Eu joguei essa versão várias e várias vezes, e todas as vezes o jogo acabou dessa forma.

Várias vezes eu tentei não usar o Ghost, mesmo sendo impossível de remove-lo da party. Nesses casos, no final do jogo não mostrava a foto de qualquer treinador ou pokémon, e apenas cortava para a cena final "Battle with Ghost".

Eu não entendi os motivos por trás da criação desse hack. No entanto ele foi muito pouco distribuido, então não foi por ganho financeiro. O jogo foi muito bem feito para uma versão hack.

Parece que ele estava querendo mandar uma mensagem através do jogo.

Eu não estou totalmente certo do que é essa mensagem.

A morte é inevitável ?

Ou as vezes ele apenas queria injetar morte e horror em um jogo infantil.

Existe algo intrigante sobre o mundo Pokémon

Os pokémons são armas, mas eles são seus amigos.

Eles lutam até a morte, mas nunca morrem.

Eles estão sempre esperando por você no Centro Pokémon, curados e prontos para outra aventura.

As vezes esse hack pode ser uma piada para aterrorizar crianças.

Mas as crianças se perguntam "os pokémons podem morrer?"

Provavelmente irão após jogar essa versão

Talvez seja o ponto - fazer o jogador pensar
"O que acontece quando um pokémon morre?"

... E talvez isso seja a coisa mais asssutadora

Por que significa que maldição do fantasma é verdadeira.

E se nós estamos amaldiçoados...

O que acontece com a gente quando morremos?

Lembram quando eu disse que perdi o cartucho desse hack quando eu voltava pra casa das férias.
Isso não é exatamente verdadeiro.

Eu não menti sobre não possuir mais o cartucho.
Mas eu não o perdi.

Eu me livrei dele intencionalmente

Eu voltei para a lojinha onde comprei e vendi ele barato para o primeiro estranho interessado.

Ele achou que o havia conseguido por uma pechincha.

Porém eu não contei a ele...

Um dia antes, eu joguei o hack de novo, pela ultima vez.
Eu joguei normalmente como sempre e terminei o jogo.

A tela ficou preta e o jogo congelou, como das outras vezes.

Eu estava pronto para desligar meu game boy quando o telefone tocou (Eu fiquei cerca de 15 minutos no telefone)

Ao terminar eu ouvi alguma coisa vinda do meu quarto.

Eu entrei no meu quarto, e vi alguma coisa na tela do game boy.

Eu estava excitado, talvez haveria algo mais no hack que eu ainda não havia descoberto.

Eu peguei o Game Boy.

Havia duas luzes vermelhas na tela.

De repente, apareceu uma mensagem sobre as luzes
Havia apenas 3 palavras
Eram elas

GHOST curses you.''

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27 de julho de 2011

Polybius: Lenda Urbana

Essa história é sobre um fliperama chamado Polybius, conta a lenda que ele causava vários problemas as pessoas que o jogavam, como alucinações, epilepsia, terrores noturnos entre outros.
Um mês depois dos fliperamas serem lançados um jovem morreu de um ataque epilético jogando esse jogo. Após isso todos esses arcades foram recolhidos e nunca mais vistos.
Não existe ROM desse fliperama, mas existe uma versão feita a partir de relatos de pessoas que dizem ter jogado esse jogo.

Você poderá ler mais sobre o Polybius acessando esses links:
http://www.polystationbrasil.com/2009/11/off-polybius-o-arcade-do-mau.html
http://forum.esporte.uol.com.br/Lenda-Urbana--Polybius-o-jogo-que-parece-ate-coisa-de-Arquivo-X_t_434178
http://www.joltcountry.com/polybius.html
http://www.sinnesloschen.com/1.php

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21 de junho de 2011

A Lenda do cartucho amaldiçoado

Essa a história de um rapaz chamado Matt, ou Jadusable, como é conhecido na internet. Elerecentemente postou em algum lugar (Não sei dizer com certeza onde, pois o site em que achei a história trazia-a já toda reunída) que coisas estranhas vinham acontecendo desde que ele comprara um cartucho do jogo The Legend of Zelda: Majora's Mask de um velhinho esquisito.



A história, em resumo, é mais ou menos essa:

Matt mudou-se para um novo dormitório na universidade, onde começava seu segundo ano. Um amigo lhe dera um Nintendo 64 velho, que tinha nada além de um controle amarelo e uma fita velhíssima e acabada de um Super Smash Bros.
Enjoado de jogar o mesmo jogo, Matt decidiu ir à uma venda de garagem próxima afim de conseguir mais jogos e controles para o videogame. Lá ele conseguiu o que queria, e, quando estava saíndo, uma casa chamou sua atenção (N/A: Lembrando que, nos Estados Unidos, a vizinhança às vezes combina de fazer uma venda de garagem "conjunta", todas as casas pega, o que não precisam mais e põem à venda).
Tinha apenas uma mesa, que vendia pinturas estranhas, como aquelas de psicanalista. O dono daquela venda era um senhor muito velho, com dentes estragados. Tentado a ver se conseguia mais jogos, Matt perguntou ao velho se ele tinha alguma fita de videogame. Sem saber exatamente o que seria um videogame, o velho saiu dizendo que voltaria em um instante.
Enquanto esperava o senhor voltar, Matt voltou a estudar as pinturas. Eram estranhas, e pareciam entrar em sua mente. Ele achou curioso que um dos desenhos lembrava demais a máscara de Majora, presente no jogo Majora's Mask. E, naquele momento, desejou que o velho conseguisse aquele jogo em especial.
Qual não foi sua surpresa ao ver que o velho voltava com uma fita de N64 nas mãos, cinza, sem nenhuma indentificação de qual jogo seria além da palavra "Majora" escrita com caneta permanente. Disse que podia ficar com o jogo de graça, e que pertencera a um garoto que não vivia mais ali na vizinhança mais.


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